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Drivers Linux para Impressoras Epson

Olá todos.
Relativamente recentemente eu comprei uma multifuncional da Epson que usa rede wifi para digitalizar e imprimir documentos. O modelo em questão é uma Epson XP-204.
Fui tentar detectar ela e adicionar ela pelo Impressoras do GNOME 3 no Debian 7 e ela apareceu lá!
Feliz eu com o seu aparecimento e aparente compatibilidade fui tentar adicionar ela, porém, nada aconteceu.
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Pesquisando na internet descobri que existe driver para Linux e inclusive livre! Mas por algum motivo não vinha incluído a versão necessaria dele no Debian.
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Logicamente fui direto no site da Epson Brasil onde fui procurar pelos drivers para Linux.
Lá encontrei drivers pra Windows e pra Mac mas por algum motivo os drivers pra Linux não estavam lá.
Pesquisando na internet ainda mais encontrei o incrível site OpenPrinting, eles estão construindo e disponibilizando uma lista de impressoras e seus respectivos drivers para nosso amado GNU/Linux. O site é inclusive mantido pela fundação Linux.
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Finalmente, atravéz do OpenPrinting eu achei a página da Epson de downloads de drivers pra Linux. Que por algum motivo estava oculto no site da Epson, ou pelo menos não muito visível. No OpenPrinting.org por onde pude finalmente baixar o driver .deb de 32 bit, já que estou usando Debian de 32 bit. Depois o instalei com o GDEBI e repeti o processo de adicionar impressora pelo Impressoras do GNOME. E funcionou!
gnome printers window
 
 
 
 
 
Passando por esse dificuldade contratempo eu decidi criar uma página neste site com links de download de drivers linux para multifuncionais de alguns fabricantes. Tu pode sugerir algo que não estiver lá!
Tux, the Linux penguin

Copiando arquivos entre computadores usando o SCP

Olá, hoje vai mais uma dica rápida de como copiar arquivos entre dois computadores ou servidores usando o SCP, resumidamente o SCP, Secure Copy, é um método de trasferir arquivos de forma segura, ele usa o SSH para isso.

  • Para copiar um arquivo de um computador remoto para o computador local:
scp nomedeusuário@endereçodopcremoto:arquivo.txt /diretório/onde/salvar
  • Copiar um arquivo do computador local para um computador remoto:
scp arquivo.txt nomedeusuário@endereçodopcremoto:/diretório/onde/salvar
  • Copiar um diretório do computador local para um computador remoto:
scp -r diretório nomedeusuário@endereçodopcremoto:/diretório/onde/salvar
  • Copiar um arquivo entre dois computadores remotos:
scp nomedeusuário1@endereçodopcremoto1:/diretóriodoarquivo/arquivo.txt nomedeusuário2@endereçodopcremoto2:/diretório/onde/salvar
  • Copiar os arquivos arquivo.txt e arquivo2.png do computador local para seu diretório “home” do computador remoto:
scp arquivo.txt arquivo2.png nomedeusuário@endereçodopcremoto:~
  • Copiar o arquivo backups.tar.gz usando a porta 2423 para um computador remoto:
scp -P 2423 backups.tar.gz nomedeusuário@endereçodopcremoto:/diretório/onde/salvar
  • Copiar vários arquivos do computador remoto para o diretório atual do computador local:
scp nomedeusuário@endereçodopcremoto:/diretório/dos/arquivos/\{arquivo1.txt,arquivo2.pnt,backups.tar.gz\} .

Esta dica foi baseada na minha leitura de um outro post em outro blog quando eu estava procurando sobre exemplos de uso do SCP.

Ajustando a quota de disco do OpenVZ

Boas, hoje mais um post sobre o OpenVZ, agora sobre como ajustar o tamanho do “disco virtual”.
É bem simples.

vzctl set CTID --diskspace TAMANHOG:TAMANHO MÁXIMOG --save

Em CTID ponha o número que identifica o seu container, e em TAMANHO ponha o tamanho desejado em Gigabytes, por isso o G ali.
Exemplo:

vzctl set 100 --diskspace 12G:13G --save
Qualquer coisa, só perguntar.

Ajustando a memória RAM para um VPS OpenVZ

Olá, Uma das últimas coisas do mundo Open Source que tenho lido bastante sobre e testado aqui é o OpenVZ. Falando muito brevemente, ele é uma ferramenta que cria containers dentro do Linux, rodando outros Linuxes dentro do Linux, como se fossem computadores completos. Ele faz isso isolando os processos dos servidores virtuais. O desempenho é igual ou muito próximo ao nativo. No final do texto coloquei links com mais detalhes.

 

Assumindo que você já tenha um container do OpenVZ rodando, deve ter notado que a memória RAM dele está limitada a 256 MB, então segue abaixo os comandos para ajustar a memória. Tirei os comandos deste ótimo site.

 

64MB Garantidos, 128MB Burstable

cid=1000
vzctl set ${cid} --vmguarpages 64M --save
vzctl set ${cid} --oomguarpages 64M --save
vzctl set ${cid} --privvmpages 64M:128M --save

256MB Garantidos, 512MB Burstable

cid=1000
vzctl set ${cid} --vmguarpages 256M --save
vzctl set ${cid} --oomguarpages 256M --save
vzctl set ${cid} --privvmpages 256M:512M --save

512MB Garantidos, 1024MB Burstable

cid=1000
vzctl set ${cid} --vmguarpages 512M --save
vzctl set ${cid} --oomguarpages 512M --save
vzctl set ${cid} --privvmpages 512M:1024M --save

1024MB Garantidos, 2048MB Burstable

cid=1000
vzctl set ${cid} --vmguarpages 1024M --save
vzctl set ${cid} --oomguarpages 1024M --save
vzctl set ${cid} --privvmpages 1024M:2048M --save

 OpenVZ @ Wikipedia

OpenVZ é uma tecnologia de virtualização em nível de sistema operacional baseada no sistema operacional e núcleo Linux. Ele permite que um servidor físico execute multiplas instâncias de sistema operacional, conhecidas como containersSevidores Virtuais Privados (VPSs) ou Ambientes Virtuais (VEs). É similar ao FreeBSD Jails e ao Solaris Zones. Quando comparado à máquinas virtuais tais como VMware e paravirtualização tais como Xen, o OpenVZ é limitado exige que tanto o host quanto o SO convidado sejam Linux (apesar das distribuições Linux serem diferentes em containers diferentes). Contudo, OpenVZ possui uma vantagem em relação a performance; de acordo com seu site web, há apenas uma perda de performance de 1-3% para o OpenVZ comparado com a utilização de um servidor standalone. Uma avaliação independente de performance confirma isto. Outra mostra mais perdas significantes dependendo da métrica utilizada. O OpenVZ é uma base do Parallels Virtuozzo Containers, um software proprietário fornecido pela Parallels. O OpenVZ é licenciado sob a versão 2 da GPL. O projeto OpenVZ é suportado e patrocinado pela Parallels (o suporte comercial ao usuário não é disponibilizado pela Parallels). O OpenVZ é dividido em um núcleo padrão e ferramentas de nível de usuário.
OpenVZ é um software opensource de virtualização a nível do sistema operativo que lhe permite criar vários servidores virtuais isolados dentro de um servidor master, possibilitando assim a economização de energia e uma melhor gestão de recursos.Cada servidor virtual privado (VPS) pode correr de forma totalmente independente, podendo ser reinicializada e desligada, reconstruida com qualquer distribuição disponível sem que afecte o normal funcionamento das restantes VPSs.OpenVZ é criado com base no Parallels Virtuozzo, uma solução comercial para virtualização fornecida pelo Parallels. 
Um dos aspectos mais importantes a ser levado em consideração ao se adquirir um VPS (servidor privado virtual) é o sistema de virtualização utilizado no servidor dedicado onde o seu VPS ficará hospedado. Ele é o responsável pela maioria das funcionalidades do seu VPS, assim como o desempenho que ele terá. Neste artigo, vamos comparar algumas características do Xen da Citrix e doOpenVZ, que é a versão gratuita do Virtuozzo da Parallels, dois dos sistemas de virtualização mais utilizados.Os dois sistemas de virtualização são bastante diferentes entre si. O OpenVZ é simplesmente uma versão alterada de um Kernel Linux que permite a criação de divisões (também chamadas de containers), que são como uma espécie de chroot do sistema operacional base. Já o Xen introduz um conceito semelhante a outras tecnologias, como o VMWare e o KVM, recorrendo à capacidade de virtualização do hardware dos processadores mais atuais, como o Intel VT-d ou AMD-V.

Baixando uma ISO direto pro pendrive.

Opa, aqui vai uma dica rápida de como baixar uma ISO/imagem de disco e grava-la direto num pendrive, sem salvar no disco antes, útil pra quando não se tem muito espaço em disco ou está em PC público ou outra situação qualquer.
Substitua sdb pelo dev de seu pendrive, pergunte aqui para saber como descobrir qual é o dev correspondente ao seu pendrive.
Vou dar logo um exemplo prático.

megaf@amd-pc:~/Videos$ cd ~
megaf@amd-pc:~$ su
Password:
root@amd-pc:/home/megaf# umount /dev/sdb*
root@amd-pc:/home/megaf# curl ftp://ftp.br.debian.org/MandrivaLinux/official/iso/2011/Mandriva.2011.i586.1.iso > /dev/sdb
% Total    % Received % Xferd  Average Speed   Time    Time     Time  Current
Dload  Upload   Total   Spent    Left  Speed
9 1647M    9  159M    0     0  1179k      0  0:23:50  0:02:18  0:21:32 1199k

Pronto, agora a ISO do Mandriva 2011 (que é uma ISO híbrida, que pode ser gravada diretamente em pendrives e disco) está sendo baixada direto do servidor para meu pendrive. Pelo qual depois vou iniciar a instalação do Mandriva em meu EeePC 701.

Usando um disco DVD+RW como pendrive/mídia removível.

Olá, vocês sabiam que é possível usar um DVD+RW como pendrive? Gravando nele simplesmente arrastando algo pra lá ou salvando normalmente como se fosse um disquete ou um pendrive?

Vantagens:

  • Muito mais barato que pendrives.
  • Pode ser levado dentro de um caderno.
  • Não depende de porta USB.
  • Mais fácil de encontrar.
  • Mais acessível.
  • Capacidade de até 8 GB por apenas uns 4 reais?
  • A prova da água, sabão, sal…
  • Pode ser facilmente destruído em caso de “emergência”.

Desvantagens:

  • De alguma forma pode ocupar mais espaço.
  • Baixa capacidade comparado aos pendrives.
  • Pode ser facilmente riscado, apesar de poder ser polido novamente depois.
  • Não é muito responsivo, já que é uma mídia mecânica e que fica girando, então há tempo de deslocamento do laser, de girar o disco.

Como fazer e usar:
(Talvez funcione com DVDs-RW e CDs-RW também, não testei ainda. Descobri que funciona com DVDs+RW fazendo isso apenas por curiosidade. E funcionou! 🙂

  1. Separe uns 5 reais ou o cartão de crédito, pode ser o de seus pais, de preferencia pergunte antes de pegar o dinheiro ou o cartão.
  2. Vá a um mercado, tabacaria ou papelaria ou outro estabelecimento que venda DVDs regraváveis.
  3. Encontre ou pergunte por um DVD regravável.
  4. Pegue o DVD+RW.
  5. De preferência pague por ele.
  6. Chegando em casa vá até o computador.
  7. É crucial que você use Linux 😉
  8. Coloque o disco no seu gravador de DVD, caso ainda não o tenha, compre um! Está apenas uns 90 reais na loja mais próxima de você.
  9. Abra um terminal e logue-se como root. “sudo bash”
  10. Caso não tenha instalado, instale o wodim, Mandriva/Mageia “urpmi wodim“. Fedora/CentOS “yum install wodim“. Debian/Ubuntu/Mint “aptitude install wodim“. Arch Linux/CRUX “pacman -S wodim“.
  11. “Formate” o DVD, “wodim /dev/sr0” (Substitua o sr0 pelo dev respectivo ao seu gravador, caso tenha mais de um leitor/gravador de CD/DVD/BluRay).
  12. Crie um sistema de arquivos de sua preferência, estou usando FAT16 para melhor compatibilidade. “mkfs.msdos /dev/sr0 -n dvd” (Troque o dvd por um nome para o seu disco, pode chama-lo de tux se preferir. 😉 )
  13. Ejete o disco. “eject
  14. Coloque o disco novamente e use-o como se fosse um disquete/pendrive. 😀

Divirta-se. É um bom quebra-galho, não é?

Links de download das principais distribuições Linux. 11 de Junho de 2012.

Olá pessoal. Escrevi esse post com o objetivo de tornar um pouco mais prática a busca por links de downloads das ISOs das principais distribuições Linux, muitas vezes é meio complicado achar o link certo pra ISO que estamos procurando e ainda mais difícil encontrar um link nacional para um download mais rápido.

Pois aqui estão os links diretos de downloads de algumas distribuições Linux.
Arch Linux

Mageia Linux

Mandriva Linux

Linux Mint

PCLinuxOS

openSUSE

Sabayon Linux

Ubuntu

SliTaz

Debian

O futuro da Mandriva é incerto.

Pois bem, dia 16 era pra ter acontecido algo, alguém ter tomado uma decisão na Mandriva e talvez pedir concordata, mais uma vez, os incompetentes que mandam na Mandriva não tomaram nenhuma atitude.
Num post no blog oficial da Mandriva, foi escrito que nenhuma decisão foi tomada e que uma empresa, que eles não quiseram informar quem, fez uma proposta de compra da Mandriva e que devemos esperar até o dia 23 de Janeiro para saber o que vai acontecer.
Assim segue o enterro da Mandriva. =/

Mageia? Pra mim por enquanto não, obrigado.

Olá, vamos direto ao ponto, após alguns dias de destes do Mageia Linux, cheguei a uma conclusão um tanto obvia e já esperada, o Mageia 1.0 nada mais é do que o reconhecido e agradável Mandriva 2010.2 com roupa nova e alguns pacotes atualizados. Coisa que eu já estava esperando, pelo fato do Mageia ser um fork do Mandriva, isso é, ser baseado no mesmo código fonte, em vez de ser uma distro do Mandriva. Entre usar o Mageia 1.0 e o Mandriva 2010.2 eu pessoalmente ainda prefiro o Mandriva e adoraria se a Mandriva continuasse melhorando o Mandriva 2010.2 ou continuasse seu projeto em futuras versões ao invés de mudar tudo de novo como fez no 2011, 2011 que quase nem Mandriva é mais direto, e sim, um Rosa Desktop de nome novo.
Rosa Desktop, até onde eu sei uma distribuição russa baseada no Mandriva Linux. A Rosa Labs, empresa por trás do Rosa Desktop detém atualmente grande parte da Mandriva.
Eu particularmente não estou gostando nem um pouco desta história que está sendo escrita na Mandriva.
Na minha opinião, toda o desenvolvimento e administração da Mandriva deveria voltar para cá, no Brasil. Aí sim muito provavelmente a empresa entraria nos eixos.
Resumo da ópera, por enquanto fico no Mandriva 2010.2, se tudo der errado, migro pro Debian ou pro Foresight Linux.